Inventário florestal: como é feita a identificação botânica

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Inventário florestal é um trabalho relacionado ao procedimento de identificação botânica. Dentre todas as etapas que envolvem o inventário e que você pode ler mais neste post, a identificação botânica é a mais importante. A partir dela, é possível saber as espécies que ocorrem em uma localidade, quais são as mais importantes, as raras e/ou ameaçadas de extinção, exóticas e nativas e outras características.

Para uma correta identificação, é necessário observar as características da planta, como arquitetura, caule, folhas, flores, inflorescências, frutos, presença de exsudatos, etc. Algumas espécies são mais comuns e fáceis de identificar em campo. Para outras, é necessária a realização de coletas de material botânico para posterior consulta à literatura e herbários, tanto físicos quanto virtuais.

As fotos mostram o procedimento de coleta e processamento do material botânico recolhido durante um trabalho de inventário florestal realizado por nossos engenheiros florestais.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_cta h2=”Passo-a-passo da coleta e identificação de espécies florestais”][/vc_cta][vc_column_text]

  1. Coleta com uso do “podão”
  2. Processamento do material coletado, identificando o número do lacre de qual árvore foi a coleta (isso se relaciona com o número do lacre, que já explicamos aqui em outro post) e armazenamento do material no saco de coleta.
  3. Separação das coletas e preparação para prensagem e secagem na estufa. Nesta etapa, as coletas são separadas e distribuídas em folhas de jornal com as informações da coleta (local, data, número do lacre da árvore, coletores e algum palpite sobre qual pode ser a espécie).
  4. Depois de prensada, a amostra vai para a estufa para armazenamento e secagem, já que úmidas poderiam sofrer ataques de fungos e insetos, o que prejudicaria a identificação posteriormente. O produto final, pós-secagem, chama-se exsicata.
  5.  O passo seguinte é identificar a espécie arbórea por meio de consulta em acervos técnicos de herbários físicos e/ou virtuais e literatura especifica, como os herbários da UFRRJ e Jardim botânico, por exemplo, ou site do jardim botânico.

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